MECÂNICO DE CONFIANÇA

Como escolher um mecânico

MECÂNICO DE CONFIANÇA

PARA GANHAR ESSA CONFIANÇA …. E PARA PEDER…

GANHANDO A CONFIANÇA DO CLIENTE:

1)ASSERTIVIDADE E EFICIÊNCIA NO REPARO

2)PREÇO HONESTO

3)CUMPRIMENTO DO PRAZO DE ENTREGA DO SERVIÇO

O bom relacionamento com o cliente se dá desde a recepção até o final do reparo.

“A fidelização do cliente esta diretamente ligada ao bom serviço prestado, sem retornos por má reparação e preço coerente com o mercado. Um diagnósitco bem feito e explicado ao cliente é outro ponto forte, quando eventuais dúvidas poderão ser tiradas e a aceitação do serviço fica muito mais fácil pelo cliente quando esclarecida”.

 

PERDENDO A CONFIANÇA DO CLIENTE

1)FALTA DE ATENÇÃO AO CLIENTE

2)DESCUMPRIMENTO DE  PRAZOS DE ENTREGA DO SERVIÇO

3)NÃO EXPLICAR AO CLIENTE O PORQUE DO SERVIÇO

4)MENOSPREZAR A ARGUMENTAÇÃO DO CLIENTE

“O atendimento ao cliente feito por várias pessoas pode gerar desgastes desnecessários porque podem ocorrer divergências na comunicação. Aceitação de novos serviços não levando em conta a capacidade suportada pela oficina é outro ponto que gera estresse com o cliente.Estar consciente de que hoje , as pessoas vão com muito mais informação para fazer o serviço, pois pesquisam tudo antes na Internet”

 

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Feliz Páscoa para todos nós!!

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FIT e AL4

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60 anos do Fusca no Brasil

 

Em 1.959 o Fusca começou a ser fabricado no Brasil.

1951/1952
Em 1.961 no segundo semestre, o sistema de sinaleiros (pisca-pisca) deixa de ser uma barra na coluna lateral central (também chamada de bananinha) para as lanternas traseiras, juntamente com as luzes de freio.

1957/1958      1962
E assim as mudanças foram surgindo. O câmbio deixa de “seco” para ter as quatro marchas sincronizadas, o mesmo que existe até hoje. Em 1.967 o Fusca passa por uma importante mudança: ele ganha motor 1.300 cc ao invés do 1.200 cc que o equipava até então.

1964/65
Os aros das rodas também receberam furos para melhor ventilação do sistema de freios. Já em 1968 foi provado que o sistema de 6 volts que o equipava não se mostrava eficiente, aí o Fusca ganhara um novo sistema elétrico 12 volts. E a caixa de direção passa a ser lubrificada com graxa.

1965/70
Em 1.970 o Fusca sofreu uma grande transformação. Continuando com a versão 1.300 cc, surgiram a versão 1.500 cc (2º. semestre) essa com 52 cv (SAE) de potência.
Carinhosamente apelidado de “Fuscão“. Para essa versão, o fusca também recebeu uma barra compensadora no eixo traseiro, para finalidade de maior estabilidade. Esteticamente o capô do motor ganhou aberturas para maior ventilação, novas lanternas, cintos de segurança. Como opcional o fusca tinha freios a disco na dianteira.

1970/1972
Mais mudanças vieram em 1.973. O novo sistema de carburação com carburadores recalibrados para menor consumo, e novo distribuidor vácuo-centrífugo deram mais ênfase ao carro que sem dúvida era um sucesso total.
Nunca vendeu tanto fusca no Brasil como no ano de 1.974.

O fusca teve uma produção de 239.393 unidades somente em 1974. Comparado a produção de 1969 que era de 126.319, foi um impressionante salto nas vendas. Tudo provava o absoluto sucesso do Fusca. E também nessa época que surgiu o Fusca com motorização 1.600-S que rendia 65 cv(SAE)com dupla carburação.

As mudanças mecânicas para esse ano eram o eixo dianteiro com bitola mais larga e a mudança estética foi o maior pára-brisa para as versões 1.300 e 1.500.

Em 1.975, a linha VW foi ampliada com a chegada do novo motor 1.300, versão 1.300-L e o modelo 1.600 passou a ter a alavanca de câmbio mais curta e filtro de ar do carburador de papel. Outras alterações também vieram, como painel e outras (estéticas).

Em 1.978 o bocal do tanque de combustível passou a ser do lado externo do carro, e não dentro do porta-malas como mostrava-se até então.

Em 1.979 (2º. semestre) as lanternas traseiras ganharam nova forma, e pelo seu grande tamanho, esta versão do fusca, a partir desse ano foi apelidado de “Fuscão Fafá”. Após quatro anos sem mudanças, em 1983 o “Super-Fuscão” desaparece. Adotaram o nome oficial de “FUSCA“. Com algumas poucas inovações como caixa de câmbio “Life-Time”(dispensa troca periódica de lubrificante), ignição eletrônica nos modelos a álcool, bomba de combustível com proteção anti-corrosiva, válvulas termopneumáticas nas entradas dos filtros de ar (com a função de controlar a temperatura do ar aspirado para finalidade de melhorar a queima da mistura).

1979 - 1600cc
Mais no ano seguinte, portanto em 1.984, muda tudo. A versão 1.300 do Fusca desaparece. Surge aí um novo 1.600. Com pistões, cilindros e cabeçotes redesenhados, além de novas câmaras de combustão, o novo motor rendia 46 cv a 4.000 RPM e torque máximo de 10,1 kgf/m a 2.000 RPM. Agora a medição foi feita no método DIN e não mais no SAE. Equipavam a versão também novos freios a disco na dianteira e barra estabilizadora traseira redesenhada para uma melhor performance aerodinâmica.

Mais foi no ano de 1.986 que (temporariamente) acaba-se a carreira do Fusca. Embora o México não parar de produzi-lo, no Brasil sua linha de montagem chegara ao fim. Até que em 1.993 por pedido do então presidente do Brasil, Itamar Franco, o Fusca volta novo de novo, como nesses seus 60 anos muito bem vividos.

1986
Na segunda fase de 1.993, sem mudanças na carroceria nem no motor o fusca ganhou pára-choques na cor do veículo, canalizador com uma única saída de escape no pára-lamas esquerdo, estofamentos novos, volante novo e muitos outros detalhes de acabamento, inclusive detalhes opcionais.

Quando todos não acreditavam no sucesso do relançamento do Fusca, as vendas foram mais que animadoras. Chegou a produzir mais de 40 mil novos Fuscas. Até sua oficial parada de fabricação anunciada em Julho de 1.996 o fusca deixou mais fãs por seu rastro.

1996
Para comemoração da sua última série de fabricação, foram fabricados os últimos 1.500 Fuscas carinhosamente dados numa versão “FUSCA SÉRIE OURO“, onde os últimos 1.500 proprietários de fuscas “novos” tem seus nomes guardados em um “Livro de ouro da VW.” Um Fusca Série Ouro é facilmente identificado, neste seu último modelo a VW super-equipou esteticamente a versão.

Com estofamentos do Pointer GTI, desembaçador traseiro, faróis de milha, painel com fundo branco, vidros verdes (75% transp.) esta foi a série de gala do querido carrinho. Mais uma vez nosso querido fusquinha cumpre seu papel, um sucesso de vendas e de mercado. Embora no México ainda foi fabricado até 30 de junho de 2.003.

New Beetle
Outra novidade foi o sucesso de seu relançamento oficial, montado em chassis do VW Golf e com seu novo nome já definido, o BEETLE volta as ruas, mostrando sua nova cara e dando continuidade a essa inigualável carreira que o “querido carrinho” fez por merecer.

E assim temos um exemplo de um projeto que alcançou o completo sucesso, e por trás dele um gênio imortal, um Mito: Ferdinad Porsche.  (Fã Clube do Fusca)fusca

 

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Pistão FIT e Filtro ZF6HP26

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Entendendo o Padle Shift

Você já deve ter lido em alguma matéria sobre automóveis o termo “paddle shift”, geralmente associado com volante. Mas, sabe exatamente para que ele serve? Nesse artigo, entenda o que é realmente.

Paddle shift: entenda o que é

Antes, porém, vamos conhecer a história desse dispositivo, bastante apreciado em carros de alta performance, mas que é acessível desde carros populares.

O paddle shift é uma expressão em inglês que significa “abas de troca de marcha” ou, no caso dos carros, “câmbio borboleta”. Associado com sistemas eletrônicos de troca de marcha, ele permite que o condutor troque as marchas sem tirar as mãos do volante em carros automáticos.

Essa necessidade não nasceu nos carros comuns, embora a automação de sistemas de embreagem e acionamento de marchas (ainda no túnel do carro) através de sensores e atuadores elétricos tenham surgido há mais tempo.

Foi a Ferrari 640 na temporada de 1989, pilotada por Nigel Mansell e Gerhard Berger, que estreou um câmbio semiautomático com mudança de marchas no volante na Fórmula 1.

O sistema com paddle shift se tornaria padrão na categoria, sendo que o último a ganhar uma corrida com câmbio manual foi Michael Schumaccher em 1992.

Utilizando borboletas atrás do volante, o Mansell e Berger não precisava tirar as mãos da direção durante as mudanças e assim tinham mais agilidade nessa tarefa, sem contar o menor esforço em manter o carro apenas com uma mão, algo que era essencial até então na F1.

A tecnologia demorou um pouco a chegar aos carros de rua, em especial nos modelos da Ferrari, cuja 355 de 1997, foi a primeira a portar paddle shifters no volante. Mas, como ele funciona?

O paddle shift está associado com a transmissão do veículo, sendo esta basicamente do tipo automática com conversor de torque, automatizada de embreagem simples, automatizada de dupla embreagem, semiautomática ou CVT, que é a caixa continuamente variável.

Não é possível ter paddle shift em um câmbio manual, pois o mesmo, por definição, só permite trocas de marcha na própria alavanca sobre o túnel e ligado ao trambulador. Assim, somente sistemas com assistência eletrônica para mudança de marchas e automatização de embreagem.

As chamadas borboletas, também conhecidas como pás, ficam atrás do aro do volante, sendo que cada uma das duas possui função diferente. Geralmente a da direita eleva as marchas, enquanto aquela da esquerda, reduz.

Dependendo da marca (e nem tanto do modelo), acionar ambas ao mesmo tempo, permite que o câmbio assuma as mudanças de forma automática, cancelando a exigência de mudanças manuais.

Alguns carros deixam o motorista bem mais livre para executar as trocas, segurando a marcha escolhida até um ponto próximo do limite mínimo de rotação, para evitar o desligamento do motor. O mesmo ocorre em modelos de alta performance em relação ao limite de giro máximo.

O sistema eletrônico por trás do paddle shift também protege o câmbio de mudanças inadequadas, que feitas em um câmbio manual, resultaria em quebra do mesmo ou apagamento do motor. Limites de giro mínimo e máximo por marcha são pré-definidos de fábrica e não podem ser alterados.

Associado com performance, o paddle shift no começo só estava disponível em carros superesportivos ou de luxo, geralmente de alto desempenho. No entanto, a evolução da eletrônica e a redução de custos de produção, devido à demanda mundial elevada, fez com que os preços do dispositivo caíssem para níveis impensáveis há 20 anos atrás.

Como quase toda tecnologia estreante em automóveis, o paddle shift primeiro surgiu em produtos de alto valor, mas hoje pode ser encontrado em carros populares.

Notícias Automotivas

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