Jovens perdem interesse pelo automóvel

gol voyage

 

Nascidos a partir da década de 90, a Geração Z é a primeira juventude global.

Suas identidades são fortemente influenciadas pela internet e transcendem o espaço físico onde vivem .As mídias sociais e plataformas fazem desse jovem um consumidor global.Fala pouco , digita muito e é capaz  de acompanhar diversos assuntos ao mesmo tempo.Esse jovem é bem diferente.Mas,  entender essa geração é o maior desafio de todo o setor automotivo. O maior obstáculo é tornar o automóvel um objeto de desejo desse jovem.

Antes, o jovem contava nos dedos a hora de completar dezoito anos, tirar carta e dirigir o seu próprio automóvel. Hoje, eles preferem o Uber, Metrô…

Um levantamento feito nos Estados Unidos com 3 mil consumidores nascidos entre 1981 e 2000 pela Scratch, perguntou quais eram as 31 marcas preferidas por este público. Nenhum fabricante de automóvel ficou entre as 10 mais – no topo Google e Nike.

Um artigo do New York Times revelou que 46% dos jovens, acham mais importante ter acesso a internet do que ter um carro.E , no Brasil , os jovens dessa faixa etária estão mais preocupados com o meio ambiente , sustentabilidade e mobilidade urbana do que comprar um carro e quando escolhem bens de consumo, ficam com os smartphones, tablets…

O carro, que já representou um ideal de liberdade, corre o risco de virar um vilão poluidor e gerador de congestionamentos.É papel do setor automotivo tomar consciência dessas mudanças profundas e trabalhar para reformar tal visão.

 

 

 

 

 

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Câmbio Automático Brasileiro

DOIS BRASILEIROS FORAM OS INVENTORES DO CÂMBIO AUTOMÁTICO, QUE FAZ 80 ANOS

José Braz Araripe, tio de Paulo Coelho, foi um dos criadores da transmissão

 

A Oldsmobile foi a primeira marca da GM a lançar o Hydra-Matic (Foto: Divulgação)

Com 80 anos recém-completos, o câmbio automático já representa 49% das vendas dos carros brasileiros, porém o número é de 2018 e será superado neste ano. Curiosamente, foram dois brasileiros os responsáveis pela invenção do automático: José Braz Araripe e Fernando Lemos. A informação foi verificada por várias fontes, incluindo a Associação Nacional dos Inventores (ANI), mas foi revelada pelo jornalista Fernando Morais. Foi ele que escreveu a biografia O mago, que conta a história de Paulo Coelho. Morais foi atrás da histórica de José Braz Araripe por um motivo: a figura era tio do escritor.

Ele foi um dos responsáveis pela invenção do câmbio automático. A tecnologia já havia sido esboçada em 1902 pelos irmãos Sturtevant, de Boston, mas o invento deles era mecânico e funcionava apenas em altas rotações. Outro inventor que avançou a ideia foi Munro Alfred Horner, que registrou um mecanismo com funcionamento pneumático, mas a solução também não funcionava tão bem na prática. Diferentemente da invenção dos brasileiros: a transmissão hidráulica de Araripe e Lemos era semelhante às atuais e dispensava o pé esquerdo.

Ambos se mudaram nos anos 20 para o Estados Unidos para trabalhar nas oficinas de reparos navais do Lóide, companhia de navegação brasileira e se debruçaram sobre o projeto por mais de uma década. O registro de patente ocorreu só em 1932 e logo foi foi comprado pela General Motors, que introduziu o câmbio na linha Oldsmobile 1940 — lançada no ano anterior, há exatos 80 anos. A Cadillac não demorou muito a adotar a novidade.

Graças ao acionamento hidráulico da caixa, a transmissão recebeu o nome de Hydra-Matic. Era um opcional caro, custava 70 dólares, o equivalente a um décimo do preço do modelo. Não por acaso, a denominação virou sinônimo de automático. E foi até aportuguesada: virou hidramático.

A invenção é creditada aos brasileiros nos Estados Unidos. A única dúvida é como foi a remuneração. Em suas pesquisas, Morais afirmou que algumas fontes asseguram que eles ganharam uma bolada à vista, cerca de US$ 10 mil, uma fortuna na época. Outros dizem que eles receberam um percentual de cada câmbio comercializado. Seja como for, a invenção deles completa 80 anos de bons serviços prestados.

Autoesporte

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Manutenção Preventiva já!

FACE 4 Férias

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Pessoas com deficiência podem optar por um carro com Câmbio Manual?

PCD; pessoas com deficiência; mobilidade; (Foto: Thinkstock)

 

Algo pouco explorado no segmento de clientes PCD é a venda de carros com transmissão manual.

Essa caixa de marchas é bem mais em conta que as opções automáticas, o que reduz consideravelmente o preço dos veículos após os descontos. É possível, por exemplo, comprar um Hyundai HB20 por R$ 36 mil.

A saída de carros manuais para PCD é bem rara, informa Rodrigo Rosso, presidente da Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviços da Tecnologia Assistiva (ABRIDEF). Em primeiro lugar, o que deve definir o tipo de carro primeiramente é o laudo obtido por um médico conveniado ao DETRAN, que já deixa explícito na solicitação a necessidade do carro ser automático ou não.

Para solicitar a isenção, não é preciso ser motorista do veículo, já que há casos de deficiências que impossibilitam a direção (como tetraplegia, problemas graves na coluna, tendinite crônica e deficiência visual).

“Quem solicita a carteira de PCD e não é condutor pode indicar até 3 pessoas e estas estão autorizadas a dirigir o veículo”, explica Karina Menezes, técnica especializada em vendas para PCD da Nissan. Em fiscalizações, caso o veículo não esteja sendo conduzido por um dos indicados, o beneficiário pode ser autuado e até mesmo perder o direito à isenção.

Outro ponto importante é que as isenções trambém valem se o condutor for um terceiro, “mas o documento sai em nome da pessoa que tem a deficiência“, explica Rodrigo.

Dependendo do laudo, é possível adquirir tanto o modelo automático quanto o manual, já que o condutor será outro, não necessariamente o consumidor PCD. Isso justifica a possibilidade de adquirir carros com a transmissão que o cliente preferir.

Na maioria dos casos, o automático vale mais

Apesar dessa possibilidade, Rosso recomenda a compra de modelos com câmbio automático. No caso de PCDs condutores, fica mais em conta para o bolso optar por esse tipo de transmissão do que adaptar um câmbio manual ao funcionamento semi-automático.

Ele ressalta que hoje menos de 5% dos carros vendidos são enviados para a adaptação. “Ao contrário do que se pensa, só o fato de ter direção assistida e câmbio automático já resolve para a maioria daqueles que se beneficiam das isenções”, diz.

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Câmbio CVT em alta no Brasil!

Câmbio CVT pode ganhar cada vez mais participação no Brasil

Diversas fabricantes estudam ampliar o uso desse tipo de transmissão no país

Nissan Versa 2017 Nissan Versa 2017 Imagem: Divulgação

O câmbio automático CVT (relações continuamente variáveis) é uma transmissão polêmica. Alguns gostam desse tipo de caixa automática pela linearidade no funcionamento, outros querem passar longe desse tipo de câmbio pela sensação de que o carro fica “gritando” demais nas acelerações e retomadas.
Em grande parte utilizado por marcas japonesas, o câmbio CVT notadamente não se deu bem no mercado norte-americano, por exemplo, onde o público de lá prefere notar as marchas avançando na medida em que o carro ganha velocidade.

Independente de você amar ou odiar a transmissão CVT, é fato que esse tipo de câmbio parece que vai ganhar cada vez mais participação no mercado brasileiro por uma peculiaridade inerente a esse tipo de caixa automática: a maior economia de combustível que proporciona aos veículos que equipa.

Aqui no Brasil ainda estamos longe de normas de emissões cada vez mais restritivas como as que serão adotadas pela Europa ao longo da próxima década, mas como o baixo custo de propriedade é algo relevante para os brasileiros na hora de escolher seu próximo carro, quanto mais econômico ele for, melhor será sua competitividade no mercado. Outro ponto é que hoje em dia uma transmissão CVT não é tão mais cara em relação a um câmbio automático convencional, portanto as montadoras precisam realizar uma intrincada relação entre custo, retorno e preço final do automóvel antes de definir por qual tipo de câmbio optar.

A Fiat Chrysler ainda está para definir se adotará uma caixa automática de 6 marchas ou partirá para uma transmissão CVT em sua linha nacional, uma decisão que deverá sair em breve uma vez que, em especial a Fiat, precisa arrumar uma solução para substituir a caixa automatizada que hoje está presente nas linhas Argo e Cronos em conjunto com o motor 1.3. Esse tipo de transmissão não caiu no gosto do público – apesar da Fiat ainda insistir nesse tipo de transmissão – e os dois modelos precisam de uma alternativa para melhorar seu leque de opções.

A Renault, que já ofereceu uma caixa automática de 4 marchas para o Logan e o Sandero, migrou posteriormente para uma transmissão automatizada de 5 velocidades, chamada EasyR, mas, ao que tudo indica, partirá para a caixa automática CVT quando lançar o facelift mais profundo para a dupla, ao que tudo indica, até o fim deste ano. No caso da Renault, ela basicamente vai adaptar o conjunto mecânico hoje em dia utilizado nos Nissan March e Versa.

Para quem acha que câmbio CVT está apenas ligado com a economia de combustível, saiba que mesmo modelos mais caros também adotam esse tipo de transmissão em busca de melhor performance, como é o caso do Honda Civic Touring, por exemplo, que associa o motor 1.5 turbo a uma caixa de relações continuamente variáveis. A própria Audi também já aplicou esse tipo de câmbio em uma das gerações do A4.

Autoo.

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MECÂNICO DE CONFIANÇA

Como escolher um mecânico

MECÂNICO DE CONFIANÇA

PARA GANHAR ESSA CONFIANÇA …. E PARA PEDER…

GANHANDO A CONFIANÇA DO CLIENTE:

1)ASSERTIVIDADE E EFICIÊNCIA NO REPARO

2)PREÇO HONESTO

3)CUMPRIMENTO DO PRAZO DE ENTREGA DO SERVIÇO

O bom relacionamento com o cliente se dá desde a recepção até o final do reparo.

“A fidelização do cliente esta diretamente ligada ao bom serviço prestado, sem retornos por má reparação e preço coerente com o mercado. Um diagnósitco bem feito e explicado ao cliente é outro ponto forte, quando eventuais dúvidas poderão ser tiradas e a aceitação do serviço fica muito mais fácil pelo cliente quando esclarecida”.

 

PERDENDO A CONFIANÇA DO CLIENTE

1)FALTA DE ATENÇÃO AO CLIENTE

2)DESCUMPRIMENTO DE  PRAZOS DE ENTREGA DO SERVIÇO

3)NÃO EXPLICAR AO CLIENTE O PORQUE DO SERVIÇO

4)MENOSPREZAR A ARGUMENTAÇÃO DO CLIENTE

“O atendimento ao cliente feito por várias pessoas pode gerar desgastes desnecessários porque podem ocorrer divergências na comunicação. Aceitação de novos serviços não levando em conta a capacidade suportada pela oficina é outro ponto que gera estresse com o cliente.Estar consciente de que hoje , as pessoas vão com muito mais informação para fazer o serviço, pois pesquisam tudo antes na Internet”

 

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Novidades Sempre!

SUPORTE E VALVULA

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