Devemos ficar atentos…

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Transmissão DL501

dl500

A transmissão OB5

A transmissão OB5/ DL501 longitudinal , tem um torque nominal de 500Nm, 7 marchas e dupla embreagem multidiscos.

Segue o Mesmo princípio de uma transmissão automatizada e é muito mais eficiente que uma transmissão automática convencional sendo que entre as embreagens não há perdas por deslizamento.

Praticamente tem-se duas transmissões mecânicas integradas  em uma mesma carcaça, e a mecatrônica comanda as trocas de marchas em perfeito sincronismo com a agilidade do sistema de dupla embreagem. As trocas ficam mais rápidas e progressivas.

Outra qualidade nessa transmissão é que a remoção do câmbio para manutenção tem bom espaço com pouca interferência, e também não é necessário remover o quadro da suspensão nos procedimentos de manutenção.

 

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A revolução tecnológica é agora!!!

Óculos de realidade aumentada ensinam on-line como ajustar ou reparar qualquer componente do veículo: basta apontar a câmera do tablete para uma das peças, motor ou uma transmissão para enxergar na hora todas as peças contidas lá: o mecânico já pode se conectar ao carro com seu celular par saber o que precisa ser reparado e todos os processos envolvidos: automóveis conectados podem enviar ás oficinas pedidos de componentes de reposição e agendamento de serviços. Essas são algumas das cenas tecnológicas mais vista nos maiores estandes as Automechanika Frankfurt 2018, onde gigantes do setor de autopeças mostram como estão encaminhando a revolução digital dos novos veículos que ajudam a desenvolver para o futuro do aftermarket, que chega rápido e diferente, cheio de desafios e oportunidades.

“Veremos mais mudanças no aftermarket automotivo nos próximos cinco anos do que vimos nos últimos 20. Veículos eletrificados, com sistemas autônomos de direção e conectados em rede abrem oportunidades para a oferta de novos serviços e reparos para as oficinas, seguradoras e plataformas de comércio eletrônico”, avaliam os altos executivos das maiores companhias de autopeças do mundo.

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Cinta AL4 , não perca a promoção!!!

PROMOÇÃO CINTA AL4

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Feliz Natal!

Estaremos em recesso de 22/12/2018 a 06/01/2019ANUNCIO DE NATAL

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Aproveite! Cinta Al4!

PROMOÇÃO CINTA AL4

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Opala Cinquentenário!!

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Baseado no alemão Opel Rekord, o Opala foi o primeiro Chevrolet brasileiro. Com motores de quatro e seis cilindros e duas versões de acabamento, ele conquistou a vice-liderança do mercado meses após sua apresentação, em 19 de novembro de 1968, há exatamente 50 anos.

Resistiu bem ao avanço da concorrência, até que a GM preparou a grande ofensiva na linha 1971: a versão Gran Luxo.

O mais requintado dos Opalas era uma resposta a modelos maiores e mais caros, leia-se Ford Galaxie e Dodge Dart. A ausência de itens como direção hidráulica, ar-condicionado e câmbio automático era suavizada pela nova grade com faróis emoldurados e por um padrão de acabamento externo e interno superior ao das versões Especial e De Luxo.

O Gran Luxo se destacava pelo teto de vinil preto, emblemas de arabesco nas colunas traseiras e friso preto entre as lanternas. Os largos pneus de faixa branca 7,35-14 recebiam rodas com 5 polegadas de largura e as calotas de fundo preto eram específicas para freios dianteiros a tambor (de série) ou a disco (opcional).

Carpete de buclê de náilon e estofamento de jérsei com detalhes de vinil davam a distinção no acabamento: a parte central dos bancos ostentava um arabesco em baixo-relevo. Volante, tampa do porta-luvas e laterais de porta receberam apliques imitando jacarandá. O nível de ruído era atenuado pelo emprego de feltro fonoabsorvente.

A principal inovação técnica era o motor 4100. Oferecido como opcional, o seis cilindros de 4,1 litros e 140 cv da versão esportiva, SS. Com 2,5 litros e 80 cv, o quatro cilindros 2500 oferecia rendimento satisfatório, mas desagradava pelo nível de aspereza e vibrações em marcha lenta.

A tração chegava à traseira por um câmbio de três marchas com alavanca na coluna de direção. Um dos opcionais era o câmbio de quatro marchas com alavanca no assoalho. A dirigibilidade era favorecida por engates secos e precisos e o banco inteiriço dava lugar a dois confortáveis assentos individuais.

Rádio, relógio, desembaçador e luzes de cortesia no interior, porta-luvas, motor e porta-malas eram itens de série. Entre os opcionais, conta-giros, calhas nos vidros e filtro de ar para serviços pesados. Notório pelo conforto de rodagem, o Gran Luxo podia receber barra estabilizadora traseira e diferencial autoblocante para tocada esportiva.

Esportividade não faltou ao modelo 1972. O primeiro Gran Luxo a ter a bela carroceria hardtop de duas portas ganhou filete duplo pintado na lateral e novo tecido nos bancos. Ficou só o motor 4100, identificado nos para-lamas dianteiros. Havia três cores para o vinil do teto: branco, preto ou bege.

Avaliado por QUATRO RODAS em setembro de 1971, o cupê Gran Luxo de três marchas acelerou de 0 a 100 km/h em 14,2 segundos e chegou aos 171,43 km/h. Um desempenho similar ao da versão SS sem comprometer o conforto: a tendência ao subesterço era facilmente corrigida pela tração traseira e pelo torque generoso.

Este modelo 1973, do colecionador Reinaldo Silveira, foi o primeiro a receber piscas dianteiros nas extremidades dos para-lamas e luzes de ré ao lado das lanternas. Calotas, volante e instrumentos foram redesenhados e a lista de opcionais incluiu vidros verdes, ar-condicionado, câmbio automático Turbo-Hydramatic 180 de três marchas e faróis de neblina.

Fonte : Revista Quatro Rodas

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